{"id":1319,"date":"2020-10-26T19:37:57","date_gmt":"2020-10-26T22:37:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.comunidadeativa.jor.br\/?p=1319"},"modified":"2023-08-11T16:30:23","modified_gmt":"2023-08-11T19:30:23","slug":"entendendo-melhor-o-autista-com-video","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.comunidadeativa.jor.br\/index.php\/2020\/10\/26\/entendendo-melhor-o-autista-com-video\/","title":{"rendered":"Entendendo melhor o autista &#8211; com v\u00eddeo"},"content":{"rendered":"<p>Um sujeito sens\u00edvel, mas com dificuldade de expressar sentimentos. Um m\u00e9dico incrivelmente sagaz nos diagn\u00f3sticos, mas atrapalhado nas rela\u00e7\u00f5es pessoais e profissionais. Assim \u00e9 Shaun Murphy, interprestado pelo brit\u00e2nico Freddie Highmore em <em>The Good Doctor<\/em>, que, em 2019, atingiu a marca global de 50 milh\u00f5es de espectadores e ent\u00e3o se tornou a s\u00e9rie mais assistida do mundo, revelando a simpatia que o personagem adquiriu junto ao p\u00fablico.<\/p>\n<p>Se existisse na vida real, Murphy estaria entre os quase 80 milh\u00f5es de autistas que a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) estima existirem no mundo \u2014 em torno de 1% da popula\u00e7\u00e3o do planeta, com 2 milh\u00f5es vivendo no Brasil \u2014 e a genialidade que ele apresenta n\u00e3o seria um exclusividade do bom doutor. Diferente do que o senso comum pode levar a crer, no grupo dos portadores de alguns dos Transtornos do Espectro Autista (TEA), como o autismo em suas variantes \u00e9 conhecido tecnicamente, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o raro encontrar as pessoas que conseguem superar suas limita\u00e7\u00f5es e alcan\u00e7ar posi\u00e7\u00f5es de destaque na sociedade. Por outro lado, h\u00e1 aquelas que n\u00e3o avan\u00e7am nem mesmo nas atividades mais simples, em fun\u00e7\u00e3o das dificuldades que encontram.<\/p>\n<h6>Autistas c\u00e9lebres<\/h6>\n<p>H\u00e1 quem diga que o prod\u00edgio da m\u00fasica Wolfgang Amadeus Mozart e o g\u00eanio da f\u00edsica Albert Einstein teriam sido autistas. O mesmo se fala o sobre inusitado artista pl\u00e1stico Andy Worhol, sobre o fundador da Microsoft Bill Gates e sobre o craque do futebol Leonel Messi.<\/p>\n<p>No cinema o ator Dan Aykroyd, de<em> Irm\u00e3os Caras de Pau<\/em> e <em>Os Ca\u00e7a Fantasma<\/em>s, a atriz Daryl Hannah, de <em>Kill Bill<\/em> e <em>Blade Runner<\/em>, o multitalentos Woody Allen e os diretores Stanley Kubrick, de <em>2001<\/em> e <em>Laranja Mec\u00e2nica<\/em>, e Tim Burton, de <em>Alice<\/em> e de dezenas de outros campe\u00f5es de bilheteria, tamb\u00e9m est\u00e3o no grupo dos autistas. O mesmo ocorre com as cantoras Courtney Love e Susan Boyle e com a ativista Greta Thunberg, que acredita que o fato de ela ter S\u00edndrome de Asperger, um dos quatro tipos de autismo existentes, \u00e9 que a faz ser t\u00e3o dedicada \u00e0 causa ambiental.<\/p>\n<p>Contudo, nem todo autista consegue atingir n\u00edveis de desenvolvimento quanto os alcan\u00e7ados por seus pares mais famosos e existem aqueles que sequer se estabelecem nas rela\u00e7\u00f5es sociais mais simples.<\/p>\n<h6>O que \u00e9 o autismo<\/h6>\n<p>Um transtorno de desenvolvimento que costuma aparecer logo nos primeiros anos de vida, o autismo compromete as habilidades comunicacionais e de intera\u00e7\u00e3o social da pessoa afetada. Variando em<a href=\"https:\/\/blog.psicologiaviva.com.br\/tipos-de-autismo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> n\u00edveis de intensidade \u2014 leve, m\u00e9dia e grave<\/a> \u2014, pode ser caracterizado de acordo com quatro tipos.<\/p>\n<p>A <strong>S\u00edndrome de Asperger<\/strong> \u00e9 considerada a forma mais leve entre os tipos de autismo e \u00e9 mais comum em meninos do que em meninas. Muitas vezes, quem tem o transtorno apresenta intelig\u00eancia superior \u00e0 m\u00e9dia, o que faz com a s\u00edndrome tamb\u00e9m seja conhecida como \u201cautismo de alto funcionamento\u201d. Os portadores de Asperger costumam ser obsessivos por um objeto ou por um assunto e s\u00e3o capazes de ficarem horas falando sobre eles. Quando n\u00e3o \u00e9 diagnosticada e abordada na inf\u00e2ncia, a s\u00edndrome pode levar os portadores a desenvolverem quadros de depress\u00e3o e de ansiedade na fase adulta.<\/p>\n<p>Em um n\u00edvel intermedi\u00e1rio h\u00e1 o <strong>Transtorno Invasivo do Desenvolvimento<\/strong>. Em geral, os indiv\u00edduos desta categoria t\u00eam comportamentos menos repetitivos e compet\u00eancia lingu\u00edstica inferior aos portadores de Asperger e apresentam dificuldades de intera\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n<p>O <strong>Transtorno Autista<\/strong> est\u00e1 em um n\u00edvel mais grave entre os TEA e afeta as capacidades do indiv\u00edduo de forma mais intensa, inclusive nos relacionamentos sociais, na cogni\u00e7\u00e3o e na express\u00e3o lingu\u00edstica. Considerado o tipo cl\u00e1ssico do autismo, costuma ser diagnosticado antes dos tr\u00eas anos. Os sinais mais evidentes s\u00e3o os comportamentos repetitivos, como bater ou balan\u00e7ar as m\u00e3os, e a dificuldade em fazer pedidos usando a linguagem, que \u00e9 desenvolvida tardiamente.<\/p>\n<p>No extremo da gravidade est\u00e1 o <strong>Transtorno Desintegrativo da Inf\u00e2ncia<\/strong>, que \u00e9 o menos comum. Geralmente, as crian\u00e7as que apresentam esse quadro vivem uma fase normal de desenvolvimento que vai at\u00e9 os dois a quatro anos aproximadamente, a partir de quando passam a perde as habilidades intelectuais, lingu\u00edsticas e sociais, que n\u00e3o conseguem recuperar.<\/p>\n<h6>10 t\u00f3picos que ajudam a entender melhor o autista<\/h6>\n<p>Fica claro que o autismo se apresenta em formas diferentes e afeta os portadores em graus variados, o que faz com que uns tenham maior capacidade de desenvolver rela\u00e7\u00f5es sociais, habilidades e conhecimentos do que outros. Conversando sobre o assunto com o escritor <a href=\"https:\/\/www.michaelrosen.co.uk\/\">Michael Rosen<\/a> no programa de r\u00e1dio <a href=\"https:\/\/www.bbc.co.uk\/sounds\/play\/b096hcz2\"><em>Word of Mouth<\/em><\/a>, da BBC, a tamb\u00e9m escritora e empres\u00e1ria brit\u00e2nica <a href=\"http:\/\/www.alicerowecreative.com\/\">Alis Rowe<\/a>, que \u00e9 portadora de Asperger, revelou alguns dos desafios que a pessoa autista enfrenta e que poderiam ser amenizados se fossem melhor compreendidos pela sociedade. Confira em 10 t\u00f3picos um resumo do que ela disse.<\/p>\n<ol>\n<li><strong>Cada pessoa autista \u00e9 diferente, mas pode compartilhar desafios semelhantes na forma de ver, ouvir, sentir e interagir com o mundo<br \/>\n<\/strong>A dificuldade de conversar e de interpretar sinais pode causar ansiedade. Como ocorre com as pessoas e geral, alguns autistas s\u00e3o mais soci\u00e1veis do que outros e muitos t\u00eam dificuldade de conviver com ambientes mais movimentados. H\u00e1 aqueles com maior dificuldade de se expressarem em palavras, que preferem se comunicar por gestos ou s\u00edmbolos. Portanto, mesmo diante de desafios semelhantes, de acordo com a pr\u00f3pria condi\u00e7\u00e3o, os autistas podem enfrenta-los de maneiras diferentes.<\/li>\n<li><strong>O autista pode achar dif\u00edcil escutar uma conversa na presen\u00e7a de outros sons<\/strong><br \/>\nAs pessoas que est\u00e3o fora do espectro autista, chamadas <em>neurot\u00edpicas<\/em>, conseguem se concentrar no que as outras dizem, mesmo estando em meio a v\u00e1rios outros sons. Isso ocorre porque elas conseguem filtrar os barulhos que n\u00e3o interessam. J\u00e1 para o autista, ouvir uma conversa quando existem ru\u00eddos paralelos \u00e0 conversa \u2014 como o de m\u00fasica, tr\u00e2nsito e de um local movimentado, por exemplo \u2014 pode significar um esfor\u00e7o muito grande.<\/li>\n<li><strong>Insinua\u00e7\u00f5es e nuances podem n\u00e3o ser entendidas<\/strong><br \/>\nSutilezas que algu\u00e9m fora do espectro entenderia com facilidade podem ser incompreens\u00edveis para a pessoa autista. Propensos a interpretarem tudo literalmente, os autistas muitas vezes n\u00e3o conseguem perceber o significado de uma express\u00e3o facial, de um tom de voz ou de uma ironia presente em uma conversa. \u00c9 at\u00e9 poss\u00edvel que desenvolvam essa percep\u00e7\u00e3o, mas isso exige algum esfor\u00e7o.<\/li>\n<li><strong>Contextualizar ajuda<\/strong><br \/>\nInserir em uma conversa uma explica\u00e7\u00e3o que esclare\u00e7a algo que esteja oculto nas entrelinhas pode melhorar a comunica\u00e7\u00e3o. Por exemplo, se voc\u00ea vir uma arara azul na Pra\u00e7a Sete e disser com surpresa \u201colha, aquele p\u00e1ssaro\u201d \u00e9 poss\u00edvel que um autista n\u00e3o entenda o que h\u00e1 de t\u00e3o especial nisso. Por\u00e9m, se voc\u00ea disser \u201cque estranho ver uma arara azul na Pra\u00e7a Sete\u201d, \u00e9 mais prov\u00e1vel que ele compreenda que h\u00e1 algum motivo para o fato causar surpresa.<\/li>\n<li><strong>O autista tem dificuldade em saber quando falar<\/strong><br \/>\nComo n\u00e3o consegue interpretar com facilidade os sinais de comportamento e da linguagem corporal, autistas podem ter dificuldade para identificar o momento mais adequado para come\u00e7ar, terminar ou entrar em uma conversa. Por isso, h\u00e1 aqueles que permanecem calados quando n\u00e3o deveriam, h\u00e1 os que interrompem uma conversa em momento inoportuno e h\u00e1 ainda os que come\u00e7am um assunto repentinamente, de forma que para um neurot\u00edpico pode parecer fora de contexto. Fazer perguntas diretas e convidar o autista a participar de uma conversa contribui para que ele entenda quando a intera\u00e7\u00e3o \u00e9 adequada.<\/li>\n<li><strong>Autistas se expressam de maneira diferenciada<\/strong><br \/>\nComo para muitos autistas a fala exige reflex\u00e3o, eles podem gaguejar, falar lentamente e em tom cont\u00ednuo de voz, enfatizando detalhes ou aspectos pouco comuns de uma frase. Por esse motivo, pessoas neurot\u00edpicas \u00e0s vezes se desligam da conversa, que consideram tediosa, ou n\u00e3o entendem o que o autista quer dizer. Por\u00e9m, para viabilizar a comunica\u00e7\u00e3o, a atitude deve ser contr\u00e1ria. Ouvir com aten\u00e7\u00e3o o que est\u00e1 sendo dito e proporcionar os momentos para a fala \u00e9 importante para que haja uma boa intera\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>A socializa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais dif\u00edcil do que parece<\/strong><br \/>\nA socializa\u00e7\u00e3o, que \u00e9 rotineira para as pessoas neurot\u00edpicas, pode ser bastante custosa para um autista. Os de alto funcionamento, que t\u00eam cogni\u00e7\u00e3o acima da m\u00e9dia, muitas vezes imitam certas habilidades sociais, o que n\u00e3o significa que estejam \u00e0 vontade com elas. Sendo assim, sempre que poss\u00edvel, a comunica\u00e7\u00e3o escrita, que \u00e9 muito facilitada por mensagens de texto ou por e-mail, pode tornar a conversa menos estressante.<\/li>\n<li><strong>Os autistas tamb\u00e9m se expressam melhor por escrito<\/strong><br \/>\nQuando escrevem os autistas encontram o tempo que precisam para refletirem sobre um conte\u00fado, digerirem uma mensagem e prepararem a resposta, fazendo isso sem a press\u00e3o do imediatismo que uma conversa implica. Ao mesmo tempo, eles se v\u00eam livres da necessidade de interpretar os sinais lingu\u00edsticos que a intera\u00e7\u00e3o social ao vivo implica. Falar ao telefone para as pessoas com algum dos TEA tamb\u00e9m pode ser dif\u00edcil, sobretudo se houver qualquer fator de distra\u00e7\u00e3o, como ru\u00eddos de fundo.<\/li>\n<li><strong>Express\u00f5es inesperadas de emo\u00e7\u00f5es<\/strong><br \/>\nEm fun\u00e7\u00e3o de outras quest\u00f5es como as quais estejam lidando no momento, autistas podem expressar emo\u00e7\u00f5es de forma inesperada ou reagir diferente do que seria considerado padr\u00e3o para uma pessoa neurot\u00edpica. Alis Rowe conta que quando obteve vaga na universidade, no lugar de expressar felicidade, ficou preocupada com a perspectiva de mudan\u00e7a de rotina, contrariando a expectativa das pessoas \u00e0 volta. Vivendo as emo\u00e7\u00f5es de maneira mais forte do que as pessoas fora do espectro e com dificuldade para encontrar palavras para express\u00e1-las, os autistas podem ser ajudados por perguntas claras sobre o que est\u00e3o sentindo em uma dada ocasi\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Muitos s\u00e3o repetitivos e h\u00e1 motivos para isso<\/strong><br \/>\nA inten\u00e7\u00e3o de demonstrar que registrou algo que acabou de ser dito, a ansiedade e a falta de respostas satisfat\u00f3rias para uma pergunta s\u00e3o motivos que levam o autista a repetir. Para que haja uma boa intera\u00e7\u00e3o com ele, \u00e9 importante que as pessoas neurot\u00edpicas compreendam esta caracter\u00edstica e que n\u00e3o se impacientem com ela.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Portanto, aprender a lidar com estas diferen\u00e7as de comportamento facilita bastante a vida da pessoa autista e \u00e9 importante que as pessoas fora do espectro se esforcem nesse sentido. Afinal, sendo genial ou n\u00e3o, o autista tamb\u00e9m todo o direito de viver em sociedade, de maneira que seja confort\u00e1vel e segura pare ele.<\/p>\n<h6>Um canal que vale a pena para quem quer conhecer melhor sobre o autismo<\/h6>\n<p style=\"text-align: left;\">No <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/c\/WillianChimura\/videos\">canal do autista Willian Chimura no YouTube<\/a> voc\u00ea vai encontrar um tipo de abordagem que podem ajudar bastante na compreens\u00e3o dos TEA. Como a que segue no v\u00eddeo abaixo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/LfxiVa1Lycw\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Para mais informa\u00e7\u00f5es sobre os temas abordados nessa mat\u00e9ria, acesse os links dispon\u00edveis ao longo do texto. Eles remetem \u00e0s fontes utilizadas aqui.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Uma dica: os artigos fora da p\u00e1gina do Comunidade Ativa que n\u00e3o estiverem em portugu\u00eas podem ser traduzidos automaticamente pelo navegador Google Chrome. Para tanto, basta clicar com o bot\u00e3o direito em qualquer ponto do texto a ser traduzido e escolher a op\u00e7\u00e3o \u201cTraduzir para o portugu\u00eas\u201d.\u00a0<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um sujeito sens\u00edvel, mas com dificuldade de expressar sentimentos. 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