Pimenta faz bem à saúde, mas pede moderação no consumo

Seja na culinária popular na gastronomia mais sofisticada, quando bem usada, a pimenta faz toda a diferença nos mais variados tipos de pratos. O melhor de tudo é que, além de proporcionar aroma e aguçar o paladar — o que ocorre porque estimula as papilas gustativas —, o ingrediente também faz bem a saúde.

De acordo com a nutricionista Tatiana Zanin, os benefícios que a pimenta proporciona se devem principalmente
à presença da capsaicina, a substância que confere ardor ao fruto. A nutricionista diz que o uso frequente
da pimenta pode aliviar congestão nasal, coceiras da psoríase e dores, estimula a digestão, aumenta a libido,
auxiliar no emagrecimento, atua como anti-inflamatório e, em função das propriedades antioxidantes,
até como preventivo de alguns tipos de cânceres. “Quanto mais forte o sabor da pimenta, maior o seu conteúdo de capsaicina, que está presente principalmente nas sementes e nas nervuras da casca da pimenta”, explica a
nutricionista.

Exagero pode ser prejudicial

Porém, nunca é demais apelar para a moderação. Usar pimenta em excesso ou consumir variedades com a alta
concentração de capsaicina — como as temidas Carolina Reaper e Trinidad Scorpion — pode trazer consequências
nada agradáveis. Além da sensação de um incêndio invadindo o organismo, podem surgir transtornos mais graves, como provam relatos de pessoas que foram hospitalizadas nos Estados Unidos devido a excessos no consumo.

Portanto, se você está no grupo dos apreciadores de pimenta, cuidado com as mais ardidas. Se errar a mão, os especialistas dizem que líquidos gelados gordurosos, como o leite, ou ácidos, como o limão e o vinagre, e alimentos doces ou açúcar puro aliviam o ardor.

 


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